Ahn... sobre o poemina, eu perc... não eu ach... eu gostei da part... hehehe tá passando rápido demais.
Agora, mais crítico literário-pseudo-psicanalista: interessante fazer um poema com tal conteúdo em uma única... palavra. Algo como grudar significantes, talvez revelando uma certa necessidade de garantir a unidade, mesmo que no nível do caractere. Caractere... valeria a pena usar daquelas coisas "Caractere: do grego, latim, o diabo a 4; caractus..."? Não. Eu tenho pavor dessas coisas. Of course, se sou um tanto guiado pela psicanálise, onde inconsciente-coletivo é mais õbra do imaginário (essa gracinha que detona) que tem por característica não se sustentar, nunca, jamais. Mas que ninguém vive sem. Nem teria como, pra se mirar precisamos de uma miragem, pra se falar precisamos de um tiro. Pra realidade precisamos de um terceiro verificar se "tá lá um corpo estendido no chão."
Interessante a idéia, interessante o poema. Eu fico um pouco reticente quanto ao título, porque ele não é apressado, visto que digitar espaços não tomaria nem uns 3 segundos a mais. Pelo contrário ele é poema para se pensar sobre... portanto tem a cara de coisa que demanda possíveis interpretações... pela relação entre conteúdo e forma alemã, de frase que vira palavra... Portanto demanda tempo!
Ninguém pode negar que tenha unidade. heheheh (crítico sarcástico, mas essa eu não perderia, né Sarinha?) Eu acho que a autora deve prosseguir na sua produção poética. Começou bem. Muito bem. Digo começou aqui no Silêncio Bar, porque deve ter muita coisa aí guardadinha. Arriba. Tenho dito.
ufa, o Pao-lo voltou a postar! viva! achei que eu corria o sério risco de não vê-lo mais por aqui... acho que vc superestimou demais o meu poema, mas, vc pode, pq só vc sabe do que se trata...rs... sinto lhe frustrar, tenho algumas porções de "crônicas" escritas e não publicadas aqui, mas.. poemas... realmente não tenho... só de tabela- isto é- via Flora...haha.
Ahn... deve tá na praia cercada de coquetéis de fruta, quiosques, paninhos amarrados na cintura... e nada de internet.
Tá perdendo... Internet é mais divertido. E eu tenho milhares de litros de vinho tinto seco barato pra beber, capiche? Que bom... :o)
Vinho barato dá menos ressaca porque no dia seguinte você sente a dor-de-cabeça, mas pelo menos não pensa "e imaginar que gastei mais de 100 reais pra sentir essa porcaria de dor de cabeça e náusea..."
Ressaca só não dá se você não ficar bêbado; pode até beber, mas se não ficar bêbado não intoxicou e não terá ressaca.
Ahnn... nem ligo... fica aí andando de mini-sanga-tanga sei lá o que... chinelos havaiana... Ahhhh manda abraços pra Helaine, uai! Ela tava dentro num tava? Bjos... Vou tentar postar no blog da Florinda de novo. Outro dia deu erro depois deu escrever pra caramba e bonitin pra caramba tb... :o)
Escrever crônicas (ainda mais crônicas, coisa tão leve) e guardar na gaveta não é coisa boa.
Dá um jeito uai. Pensa bem; deu um trabalho pra escrever num deu? Agente escreve imaginando um leitor fantasma, mais ou menos... escolhe palavras, muda, remonta frases etc num é? Então já teve o trabalho... agora colhe os frutos, uai. Afinal, até críticas negativas envaidecem... :o) Só do sujeito parar aqui pra escrever é sinal que despertou qualquer coisa...
Nesse blog será que num tem tipo uma seção "Download"? Pra você ir deixando disponível... vale a pena.
Sou mais um leitor que chega e que aqui descobre a honra de ter sido convidado a entrar. =) Fiquei um tempinho, durante tempos livres, espera por reuniões e pessoas, deliciando-me com as escritas, casos, poesias, manias (a de estalar os dedos, sobretudo) e enfins aqui presentes. No fim, quis não ficar num comentário de três linhas - algo que me parece eu já ultrapassei. Poderia me alongar mais e mais aqui, mas creio que temos tempo, outras postagens virão, com participações adicionais também. De qualquer forma, aproveito para dizer que blog é isso mesmo: mais uma nova e simples forma de dar vazão à criatividade (o que este poema/palavra realiza muito bem), independentemente de uma pretensa "qualidade" ou "relevância". Afinal, criatividade reprimida causa câncer. ;) Enfim, por enquanto tá perdoada do blog estar tão desatualizado, mas depois da defesa, faço coro com aqueles que o acompanham e já devem estar pedindo: Queremos mais silêncio Bar! =P
Voltei aqui e encontrei reminiscências de uma época em que eu ainda aprendia a usar carinhas nas conversas internéticas e que conseguia despertar seu interesse para minha atenção. Creio que ela durou um bom tempo. Queria não termos perdido isso que acredito já ter sido nosso, mas que nos escorreu pelas mãos sem que tivéssemos percebido. Pena que não tenha sido a minha indisposição em fazer massagem a se esvair. Juro.
7 comentários:
Ahn... sobre o poemina, eu perc... não eu ach... eu gostei da part... hehehe tá passando rápido demais.
Agora, mais crítico literário-pseudo-psicanalista: interessante fazer um poema com tal conteúdo em uma única... palavra. Algo como grudar significantes, talvez revelando uma certa necessidade de garantir a unidade, mesmo que no nível do caractere. Caractere... valeria a pena usar daquelas coisas "Caractere: do grego, latim, o diabo a 4; caractus..."? Não. Eu tenho pavor dessas coisas. Of course, se sou um tanto guiado pela psicanálise, onde inconsciente-coletivo é mais õbra do imaginário (essa gracinha que detona) que tem por característica não se sustentar, nunca, jamais. Mas que ninguém vive sem. Nem teria como, pra se mirar precisamos de uma miragem, pra se falar precisamos de um tiro. Pra realidade precisamos de um terceiro verificar se "tá lá um corpo estendido no chão."
Interessante a idéia, interessante o poema. Eu fico um pouco reticente quanto ao título, porque ele não é apressado, visto que digitar espaços não tomaria nem uns 3 segundos a mais. Pelo contrário ele é poema para se pensar sobre... portanto tem a cara de coisa que demanda possíveis interpretações... pela relação entre conteúdo e forma alemã, de frase que vira palavra... Portanto demanda tempo!
Ninguém pode negar que tenha unidade. heheheh (crítico sarcástico, mas essa eu não perderia, né Sarinha?) Eu acho que a autora deve prosseguir na sua produção poética. Começou bem. Muito bem. Digo começou aqui no Silêncio Bar, porque deve ter muita coisa aí guardadinha. Arriba. Tenho dito.
ufa, o Pao-lo voltou a postar! viva! achei que eu corria o sério risco de não vê-lo mais por aqui...
acho que vc superestimou demais o meu poema, mas, vc pode, pq só vc sabe do que se trata...rs...
sinto lhe frustrar, tenho algumas porções de "crônicas" escritas e não publicadas aqui, mas.. poemas... realmente não tenho... só de tabela- isto é- via Flora...haha.
Ahn... deve tá na praia cercada de coquetéis de fruta, quiosques, paninhos amarrados na cintura... e nada de internet.
Tá perdendo... Internet é mais divertido. E eu tenho milhares de litros de vinho tinto seco barato pra beber, capiche? Que bom... :o)
Vinho barato dá menos ressaca porque no dia seguinte você sente a dor-de-cabeça, mas pelo menos não pensa "e imaginar que gastei mais de 100 reais pra sentir essa porcaria de dor de cabeça e náusea..."
Ressaca só não dá se você não ficar bêbado; pode até beber, mas se não ficar bêbado não intoxicou e não terá ressaca.
Ahnn... nem ligo... fica aí andando de mini-sanga-tanga sei lá o que... chinelos havaiana... Ahhhh manda abraços pra Helaine, uai! Ela tava dentro num tava? Bjos... Vou tentar postar no blog da Florinda de novo. Outro dia deu erro depois deu escrever pra caramba e bonitin pra caramba tb... :o)
Escrever crônicas (ainda mais crônicas, coisa tão leve) e guardar na gaveta não é coisa boa.
Dá um jeito uai. Pensa bem; deu um trabalho pra escrever num deu? Agente escreve imaginando um leitor fantasma, mais ou menos... escolhe palavras, muda, remonta frases etc num é?
Então já teve o trabalho... agora colhe os frutos, uai. Afinal, até críticas negativas envaidecem... :o) Só do sujeito parar aqui pra escrever é sinal que despertou qualquer coisa...
Nesse blog será que num tem tipo uma seção "Download"? Pra você ir deixando disponível... vale a pena.
Ei!
Sou mais um leitor que chega e que aqui descobre a honra de ter sido convidado a entrar. =)
Fiquei um tempinho, durante tempos livres, espera por reuniões e pessoas, deliciando-me com as escritas, casos, poesias, manias (a de estalar os dedos, sobretudo) e enfins aqui presentes. No fim, quis não ficar num comentário de três linhas - algo que me parece eu já ultrapassei.
Poderia me alongar mais e mais aqui, mas creio que temos tempo, outras postagens virão, com participações adicionais também. De qualquer forma, aproveito para dizer que blog é isso mesmo: mais uma nova e simples forma de dar vazão à criatividade (o que este poema/palavra realiza muito bem), independentemente de uma pretensa "qualidade" ou "relevância". Afinal, criatividade reprimida causa câncer. ;)
Enfim, por enquanto tá perdoada do blog estar tão desatualizado, mas depois da defesa, faço coro com aqueles que o acompanham e já devem estar pedindo: Queremos mais silêncio Bar! =P
Ninguém atende nessa possilga? Me traz uma caneca de boa cerveja belga, garçonete... :o)
Tamo com saudade uai.
Voltei aqui e encontrei reminiscências de uma época em que eu ainda aprendia a usar carinhas nas conversas internéticas e que conseguia despertar seu interesse para minha atenção. Creio que ela durou um bom tempo. Queria não termos perdido isso que acredito já ter sido nosso, mas que nos escorreu pelas mãos sem que tivéssemos percebido. Pena que não tenha sido a minha indisposição em fazer massagem a se esvair. Juro.
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