Vou postar uma mensagem sobre um assunto que para mim é quase que inevitável, mas que, por não ser o mote do blog, eu queria falar apenas pra não ter mais que ficar falando sobre isso. Assim, falarei disso para que vcs saibam qual é o espírito que norteia meus escritos. Em tópicos para que fique mais didático e menos cansativo:
1) ainda não sei bem pra que fiz um blog, só sei de uma coisa, o fiz ao mesmo tempo em que abandonei (literalmente) a análise e não sou tão ingênua a ponto de achar que isso seja mera coincidência...
2) outro dia disse a uma amiga que meu blog não tinha mote, ela disse que tinha sim, que era o blog da Sara. Bom, se for isso mesmo, eu quero que isso tenha sido uma escolha, e ainda não estou muito clara de que é.
3) Contei sobre a existência desse blog para umas doze pessoas. Não pretendo ampliar esse número de leitores. Não tem ninguém que eu queria ter contado e ainda não contei. Contei pros meus amigos e só. E tem amigo que eu não contei por que eu sei que não vai ler. Se vc ficou sabendo sinta-se, no mínimo, “honrado” ...rs. E se vc ficou sabendo é por que é pra vc ler. E é pra se sentir um pouquinho responsável por mim também. Aliás, saibam, os amigos têm muita responsabilidade sobre nossas vidas. Se algum dia eu me matar vcs podem ficar bem tristes, por que serão partes responsáveis por esse suicídio. Peguei pesado? E olha que nem é brincadeira.
4) Não contei por meu pai. Não contei pra minha mãe. Não contei pra minha analista. Contei pra Flora, mas não dei o endereço. E pedi permissão pra falar dela. E ela deixou.
5) Fazer um blog te leva a compartilhar um universo de blogueiro. É inevitável. Funciona como uma troca mesmo. E do que andei lendo por ai, e não vou comentar agora por que não é hora, uma coisa me impressionou: uma necessidade unânime de refletir sobre o próprio blog, fala-se deles como se falassem de alguém (gente). Ok, vou manter a unanimidade.
1) ainda não sei bem pra que fiz um blog, só sei de uma coisa, o fiz ao mesmo tempo em que abandonei (literalmente) a análise e não sou tão ingênua a ponto de achar que isso seja mera coincidência...
2) outro dia disse a uma amiga que meu blog não tinha mote, ela disse que tinha sim, que era o blog da Sara. Bom, se for isso mesmo, eu quero que isso tenha sido uma escolha, e ainda não estou muito clara de que é.
3) Contei sobre a existência desse blog para umas doze pessoas. Não pretendo ampliar esse número de leitores. Não tem ninguém que eu queria ter contado e ainda não contei. Contei pros meus amigos e só. E tem amigo que eu não contei por que eu sei que não vai ler. Se vc ficou sabendo sinta-se, no mínimo, “honrado” ...rs. E se vc ficou sabendo é por que é pra vc ler. E é pra se sentir um pouquinho responsável por mim também. Aliás, saibam, os amigos têm muita responsabilidade sobre nossas vidas. Se algum dia eu me matar vcs podem ficar bem tristes, por que serão partes responsáveis por esse suicídio. Peguei pesado? E olha que nem é brincadeira.
4) Não contei por meu pai. Não contei pra minha mãe. Não contei pra minha analista. Contei pra Flora, mas não dei o endereço. E pedi permissão pra falar dela. E ela deixou.
5) Fazer um blog te leva a compartilhar um universo de blogueiro. É inevitável. Funciona como uma troca mesmo. E do que andei lendo por ai, e não vou comentar agora por que não é hora, uma coisa me impressionou: uma necessidade unânime de refletir sobre o próprio blog, fala-se deles como se falassem de alguém (gente). Ok, vou manter a unanimidade.
4 comentários:
Por que deve haver sentido sempre?
Por que tantos porquês e desculpas e auto- satisfações?
Viva a des-razão, viva a libertação, a maravilha do não ser e não ter que saber.
Vai minha querida, escreva aí e escreva com prazer. Eu já entro e me sinto a vontade.
bjs!!!
esse negócio de "não-ser" aí, foi invenção sua... num sei nada disso não...rs
Existe um nome específico pra algum tipo de patologia, vício, ou sei lá o quê, algum nome pra essas pessoas que vira e mexe têm que falar de suicídio e de morte e que não ficam contentes em só pensar nisso, têm que falar com os amigos, pra que eles se sintam meio horrorizados, ou culpados, ou sei lá o que mais...? Continua... Só mais um pouquinho e eu me acostumo... Mas pelo menos certeza de uma coisa eu tenho: sou amiga, pq do contrário não teria escutado essa história tantas vezes, em tantas ocasiões diferentes e de tantos modos diferentes e ainda assim continuo disposta a escutar, a escutar e escutar... Bichinho de analista! :*
Bom, tem um leitor que você não esperava.
Beijo.
Bissa
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